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quinta-feira, 15 de março de 2007 Ponte para TerabítiaUm filme para o público infantil que foge de toda aquela mesmice
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Tayra Vasconcelos |
Fui assistir a esse filme pronta pra ver um mix entre Nárnia, Hogwarts, Terra Média e, porque não, do Labirinto do Fauno. E foi uma grata surpresa perceber que, embora exista alguns elementos similares a alguns dos “mundos” citados acima, Ponte para Terabítia tem um universo muito singular, que mergulha fundo na força que uma amizade pode ter no início da adolescência.
O filme foi inspirado no livro homônimo, de Katherine Paterson, publicado em 1977. A autora escreveu a história para seu filho mais novo, David, porém, se eu contar o motivo que a levou a escrever Ponte para Terabítia, vou contar o final do filme, e aí vocês vão me odiar muito.

Apesar da raiva por ter sido vencido, a partir daí Jess e Leslie viram grandes amigos. Por ser o “renegado” de casa, sentir falta do carinho do pai e da mãe, aliado ao fato de não ter amigos na escola, Jess vê em Leslie uma companheira que compreende a sua situação, e além de tudo, lhe dá muitos conselhos sobre como lidar nas mais diversas situações.
Juntos, os dois criam um reino imaginário, ao qual dão o
nome de Terabítia (só pra constar, não sei se todos aqui leram As Crônicas de Nárnia, mas o nome Terabítia, foi tirado de Terabinthia, uma ilha de Nárnia, que aparece nos livros O Príncipe Caspian e A Viagem do Peregrino da Alvorada). Lá os dois comandam seu reino, expostos aos muitos perigos que imaginam para aquele mundo, porém, a salvo da crueldade do mundo real. Para chegar a Terabítia, é preciso passar por um “portal” mágico, que é atravessar o rio que há perto de suas casas por uma velha corda pendurada numa árvore. Os dois, juntos, se transformam. Deixam de ser as crianças esquisitas e isoladas da escola, para serem duas pessoas felizes e cúmplices, que se apóiam e se completam.

Além disso, é impossível não gostar do final, embora seja totalmente inesperado, ainda mais num filme que é voltado para o público infantil. Posso dizer que a partir de um certo ponto eu quase me afoguei em lágrimas. Talvez, pelo simples fato de eu ser irmã da pessoa mais manteiga derretida quando se trata de filmes, novelas e afins (até mesmo BBB), não me considero uma chorona diante de histórias fictícias. Claro que já chorei em vários filmes, mas não sou de chorar à toa (por exemplo, não derramei nem uma lagriminha em Titanic, onde vi muito marmanjão declarando que se acabou de tanto chorar). Por isso, se eu tinha apostado um doce com quem não ficasse com os olhos mareados em À Procura da Felicidade, nesse caso eu vou apostar logo oito caixas de bombom, porque eu acho que vai ser muito difícil alguém não derramar pelo menos uma lágrima.
Não há sombras de dúvidas: Judão RECOMENDA! Vá ao cinema preparado para assistir a um dos filmes mais sensíveis dos últimos tempos.
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Victor o livro eh ótimo! o filme impossivel ser ruim… 15 de março de 2007 às 20h16
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Judonildo Poxa.. conheço as duas crianças do filme e depois de tanto elogio.. com certeza verei. 15 de março de 2007 às 20h46
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Caio Jow Cara, ABC do Amor é do caralho mesmo. Mesmo com esse TÃtulo. No Original, Little Manhattan. Um filme que faz rir e chorar. E é lindo pacarai. 16 de março de 2007 às 2h05
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Allan Não botei muita fé no Trailer não, mas acho que vou dar uma conferida… 16 de março de 2007 às 2h22
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Danilo Eu irira se tivesse LEGENDADO. ¬¬ 16 de março de 2007 às 6h01
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Gabriel Trindade Eu moro nos Estados Unidos e assisti esse filme a mais ou menos 1 ou 2 meses atras. Na verdade so fui pra acompanhar o irmao da minha namorada, mas quando comecei a assistir o filme me deparei naum com um universo de crianca, mas sim um filme dedicado para adultos que lembram da sua fase como crianca, imaginando reinos encantados e viloes. Eu lembrei minha infancia assistindo esse filme e adorei o final. RECOMENDO!!!!!! 16 de março de 2007 às 8h32
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Bilu tá loco… 16 de março de 2007 às 9h53
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Instrutor Isso me lembra um pouco de Lucas SIlva e Silva no Mundo da Lua … lembram?? “Esse é mais um diário de bordo de Lucas Silva e Silva, onde tudooooo pode acontecer” rs … Vamos ver o FILME 16 de março de 2007 às 11h08
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Fabão “E eu sei na pele como é difÃcil você ter uma criação com valores diferentes, e por conta disso ser discriminada por um mundo onde a imensa maioria é criada com hábitos iguais e, muitas vezes, com ausência de valores.” Devo acrescentar que, por ser católico, assino embaixo dessa afirmação. A propósito, tô louco pra ver! O Judão recomendar sempre me dá mais vontade ainda! 16 de março de 2007 às 12h11
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Allan Assisti, gostei bastante… Recomendo também =D 17 de março de 2007 às 1h21
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Sonâmbulo O livro é um texto sensÃvel e muito premiado, embora esperasse algo mais aprecido com Peter Pan, Alice ou mesmo as Crônicas de Narnia. Tadavia a história é fraca no que se refere a Ficção Especulativa – vide Wikipedia – é mais uma fábula que outra coisa. Como PEter Pan (2003) conseguiu ser maravilhoso, tendo um texto excelente que considero melhor até que o próprio livro, estou esperando o mesmo para a Ponte. E que a Força esteja com vocês… até mesmo com esse editor herege… Sonãmbulo [999a Noite...] 17 de março de 2007 às 7h04
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Mrioso Acabei de ganhar OITÔ caixas de bombom… =D 18 de março de 2007 às 11h21
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Mr.ioso Ah, só pra constá, apenas uma crÃtica, a dublagem do Jess tá mto ruim, não combina nada com ele…mas enfim… 21 de março de 2007 às 23h50
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koveiro depois do judão recomendar fui no cinema ver e realmente é mt bom o filme bem sútil e sensÃvel a dublagem não é lá essas coisas mais também não chega a atrapalhar eu preferia legendado e tinha muita criança na sessão que eu fui huahuhuaua fazer o que neh mais eu não achei o fiome infantil OBS: a maioria das crianças ficaram chorando no final 26 de março de 2007 às 21h34
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JUDÃO » A Colheita do Mal [...] Cheinhos do modo CSI de ver a vida, os dois coletam amostras do rio, das larvas e de todas as outras desgraceiras. Enquanto o fazem, todo o povoado já sabe em quem colocar a culpa: uma famÃlia que vive aos arredores da cidade e que pertence, supostamente, a um culto de adoradores do Caramulhão. Diz a lenda que a pequenina Loren (AnnaSophia Robb, a menina de Ponte para TerabÃtia) matou o seu irmão mais velho — já que matar o primogênito também faz parte das tais pragas bÃblicas. [...] 19 de abril de 2007 às 21h16
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gabriella bianca eu adoro esse filme é d+ eu chorei muito no final mas eu cntinuo amando esse filma eu recomendo 6 de dezembro de 2009 às 2h24
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