quarta-feira, 3 de outubro de 2007 | Atualizado em 01.01.08 às 19h34

Meu Nome é Dindi


I need some drugs… E você também, se quiser assistir a esse filme. =D

Tayra Vasconcelos
Do Rio de Janeiro

Já digo logo: se você não é adepto de nenhum tipo de narcótico (como eu), passe longe desse filme porque não dá. A única coisa boa foi o curta que abriu o filme foi Ópera do Mallandro, porque de resto…

Meu Nome é Dindi, como o nome já diz, conta a história de Dindi (Djin Sganzerla), dona de uma tradicional quitanda — “A Bananeira” — que já tem 50 anos e luta pra continuar aberta, com a desleal concorrência das grandes cadeias de supermercado do Rio de Janeiro. Para isso ela pega empréstimos com agiotas e depois passa a correr risco de vida, porque não consegue pagá-los. É uma batalha emocional, uma vez que a quitanda foi de sua vó, de sua mãe e por elas, Dindi não gostaria de fracassar.

Até aí beleza, poderia ter dado em algo muito legal, uma espécie de trama policial boêmio-brasileira, mas não é o que acontece. O filme é dividido em capítulos, como se fosse um livro e as coisas se desenrolam de uma maneira um tanto quanto trágicas. Além disso o filme que tem apenas 85 minutos, mas é incrivelmente longo, se arrasta e você conta os minutos pra que acabe logo.

Nem há muito mais o que falar, porque detesto ficar escrevendo pra malhar um filme, mas é que é tudo muito bizarro… A única coisa que posso dizer é, se você está aqui no Festival do Rio, passe longe das salas que estão exibindo Meu Nome é Dindi. E olha que eu sou uma grande entusiasta do Cinema Nacional, mas esse aqui não dá.

Comentários
Já são 4 sobre esse post -- até agora

  ricardo

nem assisti o filme, mas acho que um blog que fala sobre os seriado “lost” nao tem “envergadura moral” (parafraseando o cara dos sobrinhos do ataide) para criticar um filme experimental-artistico. limite-se aos seriados de tv.

3 de fevereiro de 2008 às 18h01
  claudio l. bender

concordo com Tayra: esse aí não dá.

16 de outubro de 2008 às 21h32
  Susi

É um filme bem signico, considerando a proposta dele, é mto bom. Não é nenhum blockbuster comercial de hollywood, é de um estudado artista do cinema.

7 de novembro de 2008 às 13h01
  Henrique

Filme cheio de clichês do começo ao fim: o pior deles é a já batida saída “tudo não passou de um sonho”. Francamente. Nem em redação escolar se usa mais esse recurso narrativo. Faltou criatividade para gastar os poucos recursos destinado ao cinema nacional.

12 de janeiro de 2009 às 15h34
Deixe o seu comentário!
Mas, por favor, que seja útil! =D

ANTES DE POSTAR, LEIA COM ATENÇÃO!
Comentários que contenham palavrões gratuitos ou desnecessários, ofensas, textos totalmente em caixa-alta, miguxês e/ou comentários que não tenham relação com o assunto tratado no post (off-topic) podem ser deletados sem nenhum aviso e o autor proibido de postar outros comentários. Bom-senso e educação às vezes fazem bem.

Lembre-se: este não é um espaço democrático, com liberdade total de expressão. É apenas um espaço para que se discuta sobre o assunto tratado no post -- não sobre o site em geral, quem, onde, quando, por que escreveu e etcetera. Quer falar alguma outra coisa, tem alguma dúvida? Leia o nosso FAQ ou mande um e-mail e não atrapalhe a galera! =]

Os campos com * são obrigatórios, mas seu e-mail não será mostrado, pode ficar tranqüilo.

Se quiser um avatar, click aqui!

Nome
*

E-Mail
*

Site, blog, whatever

Comentário

Judão BLOGS! FAQ Livros & HQs Cinema Games Televisão Tchananã

E-Mail Publicidade Quem somos