Alice (Milla Jovovich) acorda em um banheiro, peladinha. Ela entra em um quarto, pega um vestido e sai pra um corredor. Lá, ao tocar em uma parede, ela tem visões de soldados sendo mortos por um laser ultra-cortante. O mesmo laser vem até ela, mas ela escapa. Outro laser surge e, pra fugir, a moça entra no duto de ventilação do prédio. Ao sair, percebe que está no Hospital de Racoon City.

residentevil3.jpgEla continua andando, e mais armadilhas a aguardam. Ela escapa da primeira, mas a segunda é mortal. Então, alguns homens em trajes de radiação aparecem e um deles diz: “Peguem uma amostra do sangue e livrem-se disso”. Então, dois deles pegam o corpo inerte e o jogam em uma vala no deserto. Nesse buracão, bem… estão centenas de outras Millas. Separados dessa vala por uma cerca, milhares de mortos-vivos aguardam por um momento para conseguir comer cérebros. o_O

É assim que Resident Evil 3: A Extinção começa. Vemos que o vírus maldito acabou com quase toda a população humana, no mundo todo. Os sobreviventes são obrigados a rodar de cidade em cidade, ficando na estrada como única forma de se manterem vivos. Cabe a esse grupo de sobreviventes lutar até a última força para não virar papinha de monstro.

Enquanto isso, um grupo de pessoas faz pesquisas para encontrar uma forma de usar os zumbis, de forma a domesticá-los e transformá-los em “força de trabalho escravo”, basicamente. Pra isso, precisam do sangue do “projeto Alice original”, que roda mundo afora tentando ajudar os que ainda não foram contaminados. Separadamente, um comboio liderado por Claire Redfield (a linda Ali Larter) também tenta encontrar sobreviventes mundo afora. Carlos (Oded Fehr) está nesse grupo, só pra constá.

Daí pra frente, amiguinhos, temos mais e mais do mesmo: gente lutando contra os mortos-vivos, aquele truta que leva a dentada mas acha que pode se recuperar miraculosamente, amiguinhos morrendo, personagens secundários salvando muitos ao se sacrificar e por aí vai. Também temos a criação de um “supermonstro”, só pra poder rolar aquela famosa última luta do filme. Nada de novo, isso é fato. Porém, a produção não deixa de ser algo interessante de se assistir num fim de semana em que você esteja procurando um bom filme pipocão pra assistir.

Juro pra vocês que eu queria escrever mais sobre essa película, mas… qualquer outra coisa que eu fale aqui não vai mudar em nada o resultado final: vai pro cinema se quiser ver um monte de mulher bonita no meio do deserto, com tempestades de areia e o escambau, dando tiros e porradas em corpos humanos semi-esfacelados. Ah, sim: deixaram uma enorme e GIGANTESCA brecha pra uma continuação. =D

Enfim: vale a pena pra quem curte… Judão RECOMENDA!