Faz tempo que eu não vejo tanta polêmica no cinema nacional. Acho que nunca vi tanta, pra falar bem a verdade… =P

Já falamos aqui no Judão sobre o bafafá (!) da cópia pirata do filme Tropa de Elitenos camelódromos do eixo Rio/São Paulo. Não comentamos sobre a ação cautelar por parte de integrantes do BOPE contra a Zazen Produções e a distribuidora Paramount Pictures do Brasil, tentando impedir a exibição do filme por dizer que a produção “viola a honra, dignidade e até mesmo a integridade física dos policiais”. A juíza da 1ª Vara Cível do Rio, Flávia de Almeida Viveiros de Castro, negou o tal pedido. Águas passadas, mas: BOA, JUIZÁ! =D

O filme vem ganhando cada vez mais força: Os ingressos para o filme no Festival do Rio foram vendido em menos de uma hora. o_O

E ele vem peitudo pra tentar representar o Brasil no Oscar 2008! Pra isso, a produção está sendo apresentada na sala 3 do Maxi Shopping desde o dia 14 de setembro em Jundiaí – SP. Até o dia 30 o filme tá lá passando. Você, jundiaiense, apruma o passo e vai lá assistir pra contar pra gente! =D

Para participar da seleção do prêmio da academia, o filme tem que ter sido lançado no Brasil entre 1º de outubro de 2006 e 30 de setembro de 2007, e permanecer em exibição por sete dias consecutivos em salas comerciais (cinemas normais, suponho). Uma comissão organizada pelo Ministério da Cultura (MinC) escolhe o candidato brasileiro ao prêmio de filme estrangeiro, dá dois tapinhas na bunda e torce.

Começou a me dar um sentimento nacionalista idiota comparado ao de torcedor brasileiro em Copa do Mundo de Futebol… TUÍ-UÍ-UÍ-BRASIL-IL-IL-IL… =D