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domingo, 17 de fevereiro de 2008 | Atualizado em 17.02.08 às 12h56
Kate Muir é o nome da pessoa que disse isso. Kate Muir. ò_Ó

Eu, como muitos outros gamers, fiquei indignado quando li isso aqui sobre a proibição de Counter-Strike e EverQuest no Brasil. Achei que a ignorância só se restringia às terras tupiniquins e quebrei a cara. Uma semana depois percebi pelas críticas feitas ao jogo Mass Effect que pensamentos burros e obsoletos sobram nesse mundão de meu Deus e escrevi uma frase expressando todo o meu ódio ao tipo de gente que prega essa caretice: VIDEOGAME NÃO É SÓ PRA CRIANÇA!
Quando digitei essa frase tava puto. MUITO PUTO. Não conseguia assimilar a idéia de que existem pessoas que simplesmente negam o fato do videogame ser uma vertente sólida no entretenimento, na cultura pop como um todo. Tudo que o videogame representa, tudo que ele vem fazendo pra alcançar todos os públicos, povos, faixas etárias, é óbvio que ele já veio pra ficar e pra agradar a todos.
Até que eu li a seguinte frase, dita por Kate Muir, uma colunista do jornal Times que dizia o seguinte: Videogames são para crianças.
Minha senhora, com um pensamento desses eu não sei como a senhora está com uma caneta na mão escrevendo para uma publicação com esse gabarito ao invés de estar trancada na cozinha ariando panela. Como alguém na plenitude de todas as suas faculdades mentais pode escrever uma sandice dessas?! Você acredita que essa é uma criança?! Ou ainda uma criança saudável?! =D
Numa coluna entitulada “The Dark Ages” (remetendo a idade média, ou idade das trevas) ela critica os homens-adolescentes que, não contentes com o mundo real, fogem da realidade em mundos fantasiosos eletrônicos. Detalhe: Ela só critica os videogames. Nada de falar de livros, filmes, TV. SÓ os jogos eletrônicos mesmo.
É claro que muita gente desceu o sarrafo na mulher e eu achei é pouco. A galera do redação do UOL resume bem como se desenrolaram as críticas à colunista, mas acho até que quem a criticou se conteve demais. As colocações dela não foram, no mínimo, “antiquadas”. Foram, no mínimo, imbecis mesmo. Acho que ela deve ter algum trauma de infância com videogames, o marido dela não lhe deu atenção por possuir um Xbox 360, o seu filho mandou um “SAI DA FRENTE, VÉIA MORCEGA!” enquanto jogava um Madden 08, sei lá!
Depois de tudo que já dissemos aqui no Judão e do que é comumente conhecido, não me entra na cabeça esse tipo de pensamento, de idéia. Alguém aí pode me explicar como que uma mulher dessa tem emprego num jornal como o Times?! Como alguém pode dar crédito a uma zebra dessas?! Por que mulheres como essa não se informam antes de escrever babaquices desse tipo? POR QUE, SHILOH?! POR QUÊÊÊÊ?! AAAAH!
Pronto, mordi. =D
Comentários
Já são 47 sobre esse post -- até agora
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Borbs
@Cá
Posso ofender sua mãe? =DDDD
17 de fevereiro de 2008 às 10h16
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Leonardo
Video Games são pra criança é,pois então coloca um pivete pra desenrolar um Metal Gear por exemplo, ou um Hitman,MOH,Assassins Creed entre outros ah faça me um favor minha filha vai cagar.
17 de fevereiro de 2008 às 10h25
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Chongo
Além da óbvia colocação de que há jogos classificados para determinadas faixas etárias às quais não se pode inserir uma criança, há também o fato que a indústria de jogos é a SEGUNDA MAIOR DO MUNDO, ficando atrás apenas da indústria bélica. Eu acho improvável que ela o seria com um público exclusivamente infantil.
17 de fevereiro de 2008 às 10h30
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Viktor
Video-games deveriam ser recomendados inclusive para idosos aposentados, uma vez que a falta de atividade mental aumenta as chances de Alzheimer(assim?). E já foi comprovado que video-game é uma das melhores alternativas para melhorar o raciocinio logico em crianças, por que nao utilizar em idosos também?
No mais, se games fossem de crianças nao teriam classificaçoes maiores que 14 anos. E Mortal Kombat vem trazendo sua classificaçao 17+ há mais de 15 anos.
17 de fevereiro de 2008 às 10h35
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Vitor
Não é de se impressionar que a coluna se chama “The Dark Ages”. Alguém dê um tiro nessa mulher, pelo amor de Deus. =DDD
Mas, isso leva a pensar… Será que essa geraçao influenciada pelos novos consoles levará o gosto por videogames pra idade adulta? I mean, ligar o Wii/Xbox 360/Play3 depois de um dia de serviço?
Seria desestressante +D
17 de fevereiro de 2008 às 10h43
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Sombrero
Que foto linda do caralho! hahaha. Uma pessoa q fala q jogos são para crianças nunca jogou God of War ou Shadow Of The Colossus
17 de fevereiro de 2008 às 10h57
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tiagoluz8
o Wii tah aí pra prova que essa idosa mental ta errada, eh o video game mais popular na faixa dos 60+, e grande parte dos asilos dos US and A tem um!
17 de fevereiro de 2008 às 11h06
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Ésquilo
Polêmica = mais exemplares vendidos.
Sem falar que essa véia representa uma fatia considerável de leitores mais conservadores, e como o jornal não é bobo nem nada, tem que agradar todo mundo.
Mas invariavelmente algum juiz doente proíbe videogame, animação, quadrinhos ou outras mídias com o argumento tosco que são impróprios para crianças, ainda que o público-alvo do produto não tenha nada a ver com pimpolhos.
Em suma, véios ignorantes existem e ainda prosperam, mas qualquer dia desses não vão mais conseguir fugir da cova e a situação muda.
Bom domingo. =D
17 de fevereiro de 2008 às 11h36
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Thiago
Respondendo as perguntas de indignação no final da coluna:
Eles elegeram o Bushinho duas vezes! =D
17 de fevereiro de 2008 às 11h54
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Natanael Rabelo
17 de fevereiro de 2008 às 11h55
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Vinícios Duarte
Borbs, bora marcar umas disputas de VT3 no PSP?! =D
17 de fevereiro de 2008 às 12h05
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Rinoceronte
Não sabia q video game engordava! GRATO pela imagem!
Heheheeheheh…
PS.: Borbs, se cuida véio!
17 de fevereiro de 2008 às 12h10
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Vashu
Muir não é aquela ilha dos X-Men e pans?
17 de fevereiro de 2008 às 12h25
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Borbs
@Bacalhau
Demorô! You’re gonna loose, mas vamo lá! =D
ps. Comecei a jogar NFL Street 3. Tentei Madden 08, mas é muito botão e informação pro meu gosto. O Street é legal, pelo menos. =D
@Rinoceronte
Nessa foto até EU me impressionei comigo e já emagreci. Um pouco. =D
17 de fevereiro de 2008 às 12h26
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payback
Caralho……..TU PUTO, essa mulher deve estar querendo aparecer (igual àquele advogado americano de merda….esqueci o nome dele..)…Eu, por exemplo, já tenho mais de 20 anos, formado, trabalho E JOGO NOS FINS DE SEMANA PORRA!!! e isso não faz de mim um crianção….as pessoas têm que pensar antes de generalizar assim….um saco isso. Ela deve ser alguma psicóloga bem medíocre que não tinha nada pra falar e resolver encher o saco com isso…o que as pessoas não fazem pra aparecer…
17 de fevereiro de 2008 às 13h14
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Frederico
Essa “jornalista” é exemplo clássico dessa classe aqui: http://www.youtube.com/watch?v=IE1KL0Qle3U
Aposto que ela nunca jogou videogame pra saber do que se trata.
Outra coisa é a conotação da frase “Coisa de criança”, até parece que ser criança é algum tipo de doença ou incapacidade mental. Ser criança é ser inocente,naturalmente bom, realmente livre pra fazer e dizer o que pensa verdadeiramente, desde quando isso é pejorativo ou errado?
17 de fevereiro de 2008 às 13h20
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Barretão
Tenho certeza de que essa véia é fã daquela série lá…. UHHUAHUAHUHUHUA
Cara, videogame vai ser polêmico até o dia que a gente morrer.. Quando o retardado entrou atirando no Shopping Morumbi – e já faz tempo – eu tive que fazer várias matérias com psicólogos analisando essa pemba de influência. Nego acha que a gente, basicamente e sem exceçao, sofre de síndrome de Peter Pan…
vai pro inferno… é foda ficar defendendo teoria alucinógena para se mostrar “diferente”… videogame pode ser para criança, mas ter consciencia do mundo, sem dúvida, não é algo que véias morcegas colunistas do Times possam fazer…
É que esses caras pararam no tempo… já leram, em algum lugar, alguém reclamar do Atari? Não, afinal de contas, era novidade e, criança ou não, todo mundo queria jogar… e “nao tinha violência”… é vai falar isso pra União das Viúvas dos Robôs do Bezerk e para os Órfãos dos Inimigos do RiverRide… todos eles juntos poderiam popular a Namíbia!
Esse argumento de falar que videogame e ficção científica são formas de escapismo está batido demais, não tem nada de novo e, como o Bó falou, ela deve ter algum trauma. Mas, provavelmente, só está afetada depois por mais um caso de atirador em escola. Toda vez que um alucinadinho suicida decide levar algumas pessoas junto, pronto, culpa do vídeogame e azar de quem joga pq vai levar porrada junto.
ê mundinho…
17 de fevereiro de 2008 às 13h45
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Torreal
Sinceramente, essa afirmação desta jornalista não me surpreendeu. É fato que as mulheres se sentem meio perdidas entre as paixões masculinas, como o futebol. O número de atividades de entretenimento entre os homens tem aumentado. O caso é que se eu tomar um fora da minha mulher hoje mesmo, eu posso me entreter jogando um bom vício-game, ou ler um belo gibi clássico, me satisfazer com a pornografia da net e etc… Algumas mulheres ainda não se acostumaram a ver o prazer que reside nessas atividades, e nem percebem que a diversão pode ser aproveitada por elas também. Vício-game é o maior alvo, talvez porque seu uso cresceu junto a da geração de adolescentes do início dos anos 80, que hoje estão por volta dos 30 a 40 anos de idade e se divertem gastando horas e uma pequena fortuna com games. E elas estavam acostumadas a ser o centro do tesão masculino. Eu assumo que muitos dos dias mais prazerosos que tive foi utilizando meus aparelhos eletrônicos, meus gibis e minhas revistas de mulher pelada… E também digo: sai mais barato que muita mulher consumista que se encontra por aí.
17 de fevereiro de 2008 às 14h23
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ElitEyes
Infelizmente a concepção é:
Video Game é infantil, mais ainda aqui no Brasil, se nota por simples momentos, quando aparece na novela (não que se deva relevar uma novela)quando um personagem em uma cena com um XBOX jogando um jogo de guerra o audio é do TETRIS.
Video Game deixará de ser *infantil*
quando idealizarem um jogo em que, se mata políticos, ou se faz compras no shoping, ou até um em que se trabalha e ganha dinheiro.
17 de fevereiro de 2008 às 14h41
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Jik
E elas ainda ficam putas quando falamos que não deveriam ter saído da cozinha…
17 de fevereiro de 2008 às 14h46
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Barretão
Galera, também sem preconceito, vai.. não é pq uma véia coroca surtou, que devemos detonar nossas queridas garotas.. :-ppp
abs
17 de fevereiro de 2008 às 14h59
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Seo Nogueira
entao cara.
a verdade é o seguinte..
esta mulher tem anemia.. de falta de ferro.
entao ela precisa comer carne…
precisa que encham o cu dela de carne.. isso sim
17 de fevereiro de 2008 às 15h14
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SPL
Ah, essa mulher é a típica molequinha que vai em um salão de beleza dizer que chapinha para homem é bebida e para mulher é garantia para uma transa com força!
17 de fevereiro de 2008 às 15h23
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VaaaaLNeeeeY
Caralho Borbs como ce tá gordo =D
17 de fevereiro de 2008 às 15h41
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Garota Judônica
Cara, eu discordo totalmente da muié lá e concordo com o Bó. Essa mulher deve ter sido preterida na disputa entre ela e um VideoGame e mordeu. =)
17 de fevereiro de 2008 às 15h46
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Garota Judônica
Ah, e só pra fazê jus ao título:
Borbs tá gatão! *_*
Concentrado no game entããão…fica um chaLme! 
AUHauHAUahUAHu
17 de fevereiro de 2008 às 15h48
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Itachi Shinoda
Como eu não sou um viciado em games, acho que posso colocar uma opinião imparcial acerca da questão:A visão dessa jornalista é no mínimo ultrapassada, pois antigamente realmente os games eram coisas para crianças,mas o hoje essa indústria ultrapassa a do cinema em arrecadação atingindo pessoas de diversas faixas etárias.O único lado negativo dos games, é que muitas pessoas transformam essa diversão em vício e isso pode gera consequências graves.
17 de fevereiro de 2008 às 16h28
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Mobius Zero
Aiai. Mais uma daquelas conservadoras americanas chatas pra variar. Realmente deve ser trauma memo agora se o marido dela naum ta nem ai pra ela entaum se separa logo e leva o Xbox 360 junto.
Da um tempo! Meu padrasto eh o maior viciado em Winning Eleven ta c problema dona Kate vai pra um boteco e se acaba la minha filha.
P.s.: O Borbs tu deixou o Alexandre postar essa foto sua ae?
17 de fevereiro de 2008 às 16h29
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Douglas Deiró
Essa “senhora” parou no tempo por ter afirmado uma coisa dessas!
Se nós pararmos para pensar direitinho, os videogames de hoje são uma central multimídia tão “ferrada” que praticamente inviabiliza (em parte) que crianças muito novas os aproveitem como se deve.
Sem falar que o conteúdo produzido estão cada vez mais adultos e realistas… hoje um jogo que apresente cenas que contenha “uma chuvinha de sangue e membros dilacerados” é mais do que banal… já foi (a muuuuuito tempo)o escândalo que o primeiro Mortal Kombat causou quando lançado.
A estupidez humana não conhece limites geográficos… até acho que os brasileiros são menos “chupetas” do que os Norte-americanos. O “que nos falta” é ter vontade própria e, neste caso das probições de alguns jogos em nosso país, é puramente “vácuo” do que se tem lá fora.
Os videogames hoje faturam mais até do que a indústria do cinema e esta “explosão” não passaria desapercebida e sempre haverá os “do contra”. Aconteceu isso com a invencão do próprio cinema, o rádio, a televisão, a internet… ou seja, isso nunca irá acabar… só que a vítima dessa vez são os videogames.
17 de fevereiro de 2008 às 16h38
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Fernando
tem nem “discussão” aki, é unânime q a véia é doida hauahuah
17 de fevereiro de 2008 às 16h48
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Vinícius
Assim que um developer de calibre fodaço criar o “Cidadão Kane” dos games, AÍ VAI.
“MEU DEUS ISSO É REVOLUCIONÁRIO”, estampado nas capas das maiores revistas do mundo como se tivessem sido iluminados por uma revelação divina após seiláquantos anos de desenvolvimento de games. E detalhe que os gamers já sabiam disso a um caralhamaço de tempo atrás. =DD
Suspeito que o Spore do Will Wright é a coisa mais próxima que a gente vai ter disso por enquanto… O que não é nada mal. Só quero tá vivo até lá.
17 de fevereiro de 2008 às 18h34
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Vinícius
Olha cara, enquanto o gênero não tiver seu “Cidadão Kane”, a gente só vai levar paulada na cabeça. Aí já viu… Capas de uma porrada de revistas mundo afora proclamando a revolução digital e as maravilhas dos games, a sua importância cultural e o caramba a quatro. Como se a gente já não soubesse que os games têm esse potencial. É uma droga, mas fazer o quê? Com o tempo se chega lá.
Eu penso que o mais próximo que a gente tem de um “Cidadão Kane” como falei ali em cima é o Spore, do Will Wright (criador dos Sims, Simcity e cia). Tem tudo pra causar uma repercussão das boas. Resta saber se vai ser positiva que chega pra colaborar com a nossa “Causa”. =DD
17 de fevereiro de 2008 às 18h39
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Casilhas
@Mobius Zero
Sacaneei, né? E até que enfim alguém me deu crédito pela piada e pela coluna. =D
Mas só de ser confundido com o Borbs já tá ótimo. Não pela peculiar silhueta, é claro. =D
17 de fevereiro de 2008 às 19h14
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Luiz Nery
Por isso q tem jogos com classificacao indicativa de acima de 18, 21 anos
17 de fevereiro de 2008 às 21h23
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Macaco Rato de Sumatra
Cascalho Borbs
tu é gordo bagari heim???
O_O
17 de fevereiro de 2008 às 21h44
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Renan
Desgraçada essa mulher, hein? Vídeo-game é algo inteligente, um ótimo exercício mental O que deveria ser discutido não é se são para crianças ou não (WTF? Ela já ouviu falar de Gof of War?) e sim do vício que se transforma, e outras coisas problemáticad para as epssoas que jogam, como não amadurecer e falta de atividades físicas, se a pessoa se exercita, lê (todo mundo tem que ler, não importa se quadrinhos ou livros) e trabalha pode ver filmes, séries, jogar vídeo-game dane-se, a vida dela só ficará melhor com isso
18 de fevereiro de 2008 às 0h37
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Daniel Kejao
na boa, eu nem perco meu tempo com isso
e ai, essa foto ta engracadona!
18 de fevereiro de 2008 às 0h59
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Thor
Concordo com o Borbs em sua pergunta sem resposta “O que essa dona faz trabalhando pra uma publicação tão respeitável e importante que sequer é capaz de fazer uma pesquisa antes de falar a primeira merda que lhe vem a cabeça?”
E eu achava que esse tipo de mentalidade antiquada já não existia mais…
18 de fevereiro de 2008 às 1h14
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Squall Hetfield
Como disse o Daniel Kejao, essa é a típica discussão que não vale à pena…
Todos nós, pessoas conscientes e maiores de idade (ou adolescentes, mesmo), sabemos que video game NÃO é coisa para criança…
O simples fato de existirem os famigerados órgãos de censura, e games do tipo “Everyone”, “Teen” e “18+”, garantem que a tiazona aí é totalmente mal informada quando o assunto é video game…
No mínimo ela tem mais de 60 anos, e cresceu sem nunca ter tido um Super Nintendo na vida…
E por isso, acho que ela não é motivo de discussão…
É motivo de pena…
E tenho pena do Times, também, que conta com uma jornalista tão mal informada e mesquinha, em pleno século XXI…
A economia do Tio Sam anda cada vez mais embasada nesta mídia”pra cirança”, que em pouco tempo vai até deixar a indústria cinematográfica para trás, e só ela ainda não percebeu isso…
Tsc, tsc…
É nessas horas que eu, como jornalista, me envergonho de pertencer à tal classe…
18 de fevereiro de 2008 às 9h17
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Kanalha13
O bom é q ele pode apoiar o jogo na barriga e nem cansa os braços.
18 de fevereiro de 2008 às 10h02
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Inuteu
vejam pelo lado bom: agora com a proibição da venda de CS a criminalidade no RJ vai cair mto LOL-MOR
18 de fevereiro de 2008 às 10h18
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Aleo (TVMundU!)
Bullshit, proibir Counter é ultrajante! Deveriam proibir então Medal, Battlefield (Ontem eu joguei e só matei 54 bots na Berlin à base da Granada e Sniper) ainda bem q não sou criança senão me empolgaria, pegaria a arma do meu pai e sairia matando todos! Ah, vá…
18 de fevereiro de 2008 às 10h34
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Aleo (TVMundU!)
Deviam proibir o CS real nas favelas do RJ e de SP, onde vapores e aviõezinhos se espelham em traficantes para dar eternidade ao mundo do crime, isso é crime, isso é real, isso que aliena passando na TV…
18 de fevereiro de 2008 às 10h36
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mooglez
18 de fevereiro de 2008 às 10h45
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Vin Not Diesel
Infelizmente esse tipo de dinossauro tem seu público, o dinossauro que compra e lê o jornal impresso do Times.
Perguntem a vocês mesmos quantos de vocês se vêem no futuro pagando por uma assinatura de jornal e deixar de ler todo dia as notícias na internet?
As coisas com relação aos games em termos de cobertura jornalística, jurisdição, etc só vão ganhar um tom mais profissional MESMO quando a nossa geração que convive com isso no dia-a-dia assumir de vez.
18 de fevereiro de 2008 às 12h18
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Bah
“A diferença entre um adulto e uma criança é o preço dos brinquedos”.
Oscar Schmidt
18 de fevereiro de 2008 às 13h17
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Guilherme
Kate Muir deu atestado de ignorancia pra todo planeta só isso, no mundo nunca vai faltar pessoas retrogadas que ao se deparar com algo que desconhecem preferem ridicularizar e degradar
(Porra Borbs obeso morbido IUHEIEUHI)
18 de fevereiro de 2008 às 15h39
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